Noroeste Solar entrega obra no Centro de Ciências de Colatina com economia de até R$ 1,9 milhão aos cofres públicos
O sistema de energia solar reduz uma despesa fixa do espaço público e devolve recursos que podem ser aplicados em educação e ciência.
R$ 27.741 já no primeiro ano, cerca de R$ 2.312 por mês
O sistema de energia solar instalado pela Noroeste Solar no Centro de Ciências de Colatina reduz o custo de energia de R$ 29.541 para R$ 1.800 no primeiro ano, uma economia de R$ 27.741. Em 25 anos, a projeção chega a R$ 1.979.829 economizados aos cofres públicos.
A Noroeste Solar concluiu a instalação do sistema de energia solar do Centro de Ciências de Colatina, oficialmente Centro de Ciências João Vitor Oliveira Balestrassi. Com a usina em operação, o espaço passa a gerar a própria energia e transforma uma das despesas fixas mais pesadas de um prédio público em economia.
O número que chama atenção está na projeção de longo prazo: ao longo de 25 anos, a economia estimada chega a quase R$ 2 milhões para os cofres públicos.
De R$ 29,5 mil para R$ 1,8 mil por ano
Sem o sistema, o custo anual de energia do Centro de Ciências seria de R$ 29.541. Com a energia solar, o valor cai para R$ 1.800 no primeiro ano, que corresponde aos custos que permanecem mesmo com geração própria.
A diferença é de R$ 27.741 já no primeiro ano, ou cerca de R$ 2.312 por mês que deixam de sair do orçamento público.
A economia ano a ano
| Período | Sem solar | Com solar | Economia |
|---|---|---|---|
| Ano 1 | R$ 29.541 | R$ 1.800 | R$ 27.741 |
| 5 anos | R$ 173,3 mil | R$ 10,6 mil | R$ 162,7 mil |
| 10 anos | R$ 427,9 mil | R$ 26,1 mil | R$ 401,9 mil |
| 15 anos | R$ 796,4 mil | R$ 43,9 mil | R$ 752,5 mil |
| 20 anos | R$ 1,33 milhão | R$ 71,1 mil | R$ 1,26 milhão |
| 25 anos | R$ 2.159.631 | R$ 179.802 | R$ 1.979.829 |
Valores acumulados e estimados. A coluna "sem solar" considera reajuste médio de 8% ao ano na tarifa de energia. A coluna "com solar" considera os custos que permanecem após a instalação, que também aumentam ao longo dos anos.
Por que a economia cresce tanto com o tempo
A conta de energia é reajustada praticamente todos os anos. Sem geração própria, cada reajuste pesa sobre o valor total consumido. Com o sistema solar, a maior parte desse consumo passa a ser atendida pelo sol, e o reajuste incide só sobre o que continua sendo pago.
É por isso que a economia acelera: em 5 anos ela soma R$ 162,7 mil, em 10 anos passa de R$ 400 mil e em 25 anos se aproxima de R$ 2 milhões.
Energia solar no setor público
Escolas, unidades de saúde, secretarias e espaços culturais funcionam principalmente durante o dia, justamente quando o sistema solar gera energia. Isso torna o investimento especialmente eficiente em prédios públicos.
O resultado é uma despesa fixa menor e mais previsível, com recursos que podem ser direcionados para a atividade fim, que no caso do Centro de Ciências é a educação científica da comunidade.
Uma empresa de Colatina
Fundada em 2018 em Colatina, a Noroeste Solar soma mais de 1.800 projetos homologados no Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, atendendo residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e instituições. Entregar uma obra como essa na própria cidade reforça o compromisso da empresa com a região.
Perguntas frequentes
Quanto o Centro de Ciências de Colatina economiza com energia solar?
A economia estimada é de R$ 27.741 no primeiro ano, cerca de R$ 2.312 por mês, e de R$ 1.979.829 em 25 anos.
Como foi calculada a economia de R$ 1,9 milhão?
A projeção compara o custo de energia sem o sistema, com reajuste de 8% ao ano na tarifa, com o custo que permanece depois da instalação, ao longo de 25 anos.
Órgãos públicos podem instalar energia solar?
Sim. Prédios públicos podem gerar a própria energia e reduzir uma despesa fixa, liberando recursos para outras áreas.
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